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  • Diana Goulart

Felizes para sempre?


Quando a gente casa, quer ser feliz para sempre. O problema é que “ser feliz” é um conceito subjetivo, e “para sempre” é muito tempo. O que me faz feliz hoje pode me aborrecer daqui a um ano. O que me irrita hoje pode ser só alegria daqui a seis meses. Como encontrar a fórmula para a felicidade a dois? Um bom começo é saber que não existe fórmula. O que se pode buscar é uma harmonia dinâmica, que possa curtir as semelhanças, respeitar as diferenças e se alegrar com o crescimento de cada um.

Curtir as semelhanças é a melhor parte, e a mais fácil. Gostar dos mesmos filmes, restaurantes, autores. Talvez vocês tenham se conhecido justamente numa exposição de arte, num jogo de basquete, numa excursão à Índia.

As diferenças nem sempre aparecem logo – ou aparecem, mas a gente não leva a sério. Não vê. Pois são justamente as diferenças que nos dão a oportunidade de conhecer melhor o parceiro e principalmente a nós mesmas. Até onde cabe ceder? Ou negociar? Ou por que não fazer programas separados? Perceber e mesmo apreciar as diferenças traz oxigênio para a relação. Dá movimento, cria novidade.

Ao longo do tempo a gente muda. Corpo, mente e alma estão em permanente processo de desenvolvimento. Querer parar o tempo é tarefa inútil. Você talvez tenha uma carreira em ascensão, ele talvez descubra a espiritualidade. Cada um vai crescer em uma direção, e este é o maior desafio num casamento. Quando você reconhece sem medo e com alegria as novas conquistas – as suas e as do seu parceiro - abre o caminho para um encontro pleno, profundo, verdadeiro. Que poderá, aí sim, lidar com as eventuais perdas e dificuldades que surgirem. Poderá tomar decisões mais sensatas, conscientes, sábias. Com muito amor.

#Amor #Casais #Relacionamento #Romance #Vidaadois

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